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Bandua

Por onde anda Bandua?
A discuom é muita, por um lado, por umha banda, há quem diga dum deus guerreiro das fratrias ...
Mas por outro a imagem da divindade feminina com algo no seu colo, como um ramo .... Dá um pouco que pensar.
E como já das bandas guerreiras se tem elucubrado um pouco, vou tirar por outra banda.
Umhas das poucas imagens que há de Bandua, dizem ser esta:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfqGZcru70Rj0uJiBs5FZCzBAVLM5bUhrz9y-KdppljPoDPK3uy8Vdj5_uTHxibMPH5OLVD7uLuap-K-NVwmebLLSjCdT13yoa47Gc3yfbefo-3YpkeQlGtbh0oYclojjnSl0f0llcNTk/s1600/Bandua.jpg e também há est'outra:

http://www.secr.es/Bandue/ban.jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjBq0yFmYtznqZM8_wVbhK5iYRNdwmcy-dfH8Cji16eEdu4o_bMlzv3TAcdoxw1ubEPkOm-ZtvpZo3ZB-wVLLN4kV-dhlxCaJtDy8BZwVsEZbBwpHBzFLabXx6qk5KJ5_9YNiawZfXbG6U/s320/bandua.jpg
A maior força tem-na esta image última pois é na bandeja que o nome de Bandue aparece.
Leva na direita algo que assemelha umha rosca, um bolo, e na esquerda como um corno florido ..., umha cala, para mim algo vegetal: um ramo, (um corno?)

E é no ramo e no radical band-, que se centra a hesitaçom, também em ser Bandua epíteto ou nome divino, ou ser bandua masculino ou feminina.
Ser do mesmo bando, vem sendo o mesmo que ser do mesmo ramo. E a falta de trapos e tecidos que ondulem no ar e rechamantes chamem, erguemos os galegos um ramo, e mesmo na porta do furancho, ou da casa particular. E também os arginas espetam ainda um ramo no coruto da casa a construir.
Entom na raiz do tempo teriamos um band- que serviria de bandeira e de ligaçom, aparentado com o radical indo-europeu bhendh- com venda e banda, como faixa polo peito, bandeira, e bando anúncio ...
E é na Grécia velha que temos essa palavrinha de ligaçom como βαϊνός, que vem sendo a folha da palmeira, as palmas ...
E é na palma que está o ramo-bandeira, que está a ligaçom vegetal, e que está a vendagem.
Pois dessa utilidade da palma, e mas também do ramo, sabemos ainda.
E sabemos também naquele tempo dos nossos avós e das nossas avoas, de patacas em bandeja, em page, cesto vegetal enramado que servia para coar e servir a comida, pois a primitiva bandeja foi primeiro cesta de bandejar, aventar o cereal ...
E é por tudo isto que Bandua, nom só, ou aleḿ de, hercúleo céltico que querem que nos traia pola corda, também pode ser um epíteto do enramado, da enramada, do que porta ou anda com galhos redolhados, do ensalçado, da ensalçada com salix (salgueiros), da louvada e do louvado, da aplaudida e do aplaudido com palmas, da manifestada e do manifestado.
Feito nada estranho, e documentado no folclore de todo planeta, onde com ramos se saúda à heroína e ao herói, à divindade que se apresenta.

1 comentário:

  1. Que lle imos faguer que se ao cabo do tempo ainda estou dacordo coa miña primixenia investigación- son Blanca G Albalát e a miña tese foi sobre Bandua e as confrarías de guerreiros. ´sigo matinando o mesmo que antes e en canto á iconografía en forma de cidade romana típica é moi doada de explicar. Bandua Araugelensis reflexa o momento de voto á divindade que rixe aos "da banda" da cidade Araocelum. ISta cidade divinizada é a que se reflicte lá. Non Bandua. Sí é certo que o guerreiro representado en marfil leva unha corda atada coma os guerreiros irlandeses seguidores das divinicades "que atan". Os "atados" "os bandados" combaten atados dous a dous para imitar as cordas da divinidade. ISte sería pois un dos guerreiros cofrades. Un placer

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